Créditos:

Ministério do Meio Ambiente
MARINA SILVA | Ministra

Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
LISZT VIEIRA | Presidente

PESQUISA
Coordenadoria de Coleções Vivas
BRUNO REZENDE SILVA
CLAUDIO NICOLETTI DE FRAGA
THAIS DOS REIS MOREIRA HIDALGO
YARA LUCIA OLIVEIRA DE BRITTO

Laboratório de Museologia
LUISA MARIA GOMES DE MATTOS ROCHA

Biblioteca Barbosa Rodrigues
MARIA DA PENHA FERNANDES FERREIRA
ROSANA SIMÕES MEDEIROS

Coordenação e Produção | KÁTIA PORTELLA NUNES
Redação | BERNARDO ESTEVES
Tradução | FRED FURTADO
Apoio a pesquisa | BIANCA ROSA DO NASCIMENTO
Design expositivo | SOTER DESIGN
Agradecimentos
RICARDO CARNEIRO DA CUNHA REIS – JBRJ/BBM
HARRY LORENZI
MUSEU DO ÍNDIO

GUARDIÃ DA MEMÓRIA

Às vésperas de completar 200 anos de existência, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro se lança em um grande projeto de resgate de sua memória. Para contar essa história, ninguém melhor que seus próprios protagonistas: as espécies vegetais, testemunhas das profundas transformações por que passaram o Jardim e a cidade em quase dois séculos.
Essas espécies constituem o acervo vivo da instituição e encontram-se organizadas em seu arboreto. Foi a partir dos registros históricos dessa coleção científica que o Jardim Botânico foi buscar as peças para reconstituir os episódios mais marcantes da sua trajetória, apresentados na exposição “Plantando História”.
O Arboreto do Jardim Botânico reúne mais de 4 mil espécies originárias da flora da América, Europa, Ásia, África e Oceania.
Essa riqueza se traduz em seus canteiros e aléias, organizados de forma a reunir plantas representantes de um mesmo ecossistema ou com algum parentesco entre si.
A coleção foi se formando ao longo do tempo. No início, as plantas eram trazidas por seu interesse econômico; posteriormente, o interesse científico prevaleceu na formação do acervo, que recebeu contribuições de diversas expedições botânicas.
Hoje o Arboreto cumpre outra importante missão: conservar as espécies mais ameaçadas do Brasil. No Jardim Botânico elas são cultivadas e preparadas para a re-introdução na natureza – para que sua lembrança não se limite aos registros do arboreto.

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