Projeto Manguezal

A Área de Proteção Ambiental de Guapimirim

A Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim foi criada em 25 de setembro de 1984, pelo Decreto Federal nº 90.225, atendendo, na época, ao pleito de universidades, movimentos ambientalistas e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC, tornando-se a primeira unidade de conservação específica de manguezais.

A APA de Guapimirim engloba os manguezais da porção oriental da baía de Guanabara, nos municípios de Magé, Guapimirim, Itaboraí e São Gonçalo, entre as coordenadas geográficas 22°40'-22°46' S e 42°57'-43°07' W.

 

Com uma área aproximada de 14.000 ha, tem como limites: ao Norte, a rodovia BR-493 e a área urbana do município de Magé; ao Sul, a serra de Itaúna e ilha de Itaoca; a Leste, a rodovia BR-493 e o ramal ferroviário Itambi-Campos e; a Oeste, a baía de Guanabara.

Além de manguezais, a APA de Guapimirim compreende regiões ocupadas por atividades agrícolas e zonas urbanas, que são compostas por pequenos núcleos de pescadores, agricultores e população de baixa renda, que respondem por alguns dos principais entraves à adequada gestão da APA: aterros, invasões, vazadouros de lixo, desmatamentos, queimadas e despejo de esgoto. Soma-se a isto, a grande poluição gerada pelo pólo industrial instalado na bacia da baía de Guanabara, caracterizada principalmente por derrames de óleo.

Embora a estrutura física da APA não seja suficiente para efetivar a conservação a que se propõe, a partir do rompimento do oleoduto da Petrobras, ocorrido em janeiro de 2000, foi iniciada uma série de investimentos, na tentativa de contribuir para a preservação deste que é um dos maiores remanescentes de manguezal do estado do Rio de Janeiro.


2. Região inicial dos estudos, Barão de Iriri - Magé


3. Vista Parcial do canal Suruí-mirim, uma das áreas
mais atingidas pelo derramamento de óleo de 2000

 


4. A desembocadura do rio Iriri.

 

Fotos: Júlio Augusto de C. Pellegrini

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