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O Jardim Botânico recebe, a partir de 15 de outubro, exposição fotográfica sobre biodiversidade e bem-estar humano organizada pela BG Brasil e Conservação Internacional, com imagens de diferentes lugares no Brasil e de outras regiões do planeta. “Floresça! Imagens da Fronteira da Conservação” é o título da exposição que o Centro de Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro abre ao público de 15 de outubro a 9 de novembro de 2009. Inaugurada em Londres, na Inglaterra, em setembro deste ano, a mostra apresenta aos cariocas fotografias de belos cenários da natureza e ressalta que o bem-estar entre os seres humanos e o mundo natural é indissociável. A exposição estará aberta todos os dias, das 8h às 17h, com entrada gratuita. O evento é organizado pela BG Brasil, parte do BG Group, e a ONG Conservação Internacional (CI). As duas entidades desenvolvem juntas o projeto “Aliança Conservação em Foco”, dedicado a documentar pessoas, lugares e animais selvagens em áreas-chave de biodiversidade. As fotos que compõem a mostra foram produzidas durante expedições financiadas pelo BG Group e lideradas pela CI. Foram retratados, entre outras coisas, projetos de conservação que visam o desenvolvimento sustentável. Essas iniciativas são explicadas nas legendas que acompanham fotos de plantações de café, escoamento de água e florestas preservadas. Impressionam as imagens como a da Passarela dos Baobás em Madagáscar e o sapo venenoso azul nativo da Calha Norte, no Pará. Na exposição, os visitantes participam de uma "viagem virtual" que começa no Pantanal brasileiro e segue pelas paisagens da Indonésia e África Central. Um programa educativo guia os visitantes, além de trazer curiosidades e informações das expedições fotográficas e de cada região fotografada. Depois do Rio de Janeiro, a exposição irá para Brasília. Na exposição, podem ser vistas fotos do Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica feitas pelo premiado fotógrafo Luciano Candisani, membro associado da Liga Internacional de Fotógrafos da Conservação (ILCP) e da National Geographic Brasil. A abordagem de Luciano procura evocar a ligação entre as espécies e seu ambiente de forma a trazera público uma questão central na conservação da biodiversidade, em suas próprias palavras: "a perda do habitat e o isolamento cada vez mais acentuado das áreas protegidas.” A exposição fica no Rio de Janeiro por cerca de quatro semanas antes de seguir para Brasília. “Floresça! Imagens da Fronteira da Conservação”
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