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Responsabilidade Socioambiental

    • Introdução
    • A3P
    • Centro de Responsabilidade Socioambiental
    • Introdução

      O Jardim Botânico do Rio de Janeiro desenvolve duas ações de responsabilidade socioambiental.

      Desde 2004, o Serviço de Educação Ambiental (SEA) vem atuando em parceria com a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), do Ministério do Meio Ambiente. A A3P é uma ação que se propõe implementar uma gestão ambientalmente saudável das atividades administrativas e operacionais do Estado, com adoção de critérios ambientais que reduzam impactos ao meio ambiente e contribuam para a mudança dos padrões atuais de produção e consumo da sociedade rumo à sustentabilidade socioambiental.

      O Jardim Botânico promove, ainda, o desenvolvimento de ações relacionadas às questões de formação de recursos humanos, sociais, culturais, científicos e ambientais. O Centro de Responsabilidade Socioambiental tem como missão promover a implementação de ações do JBRJ relacionadas às questões sociais, científicas e ambientais, bem como a formação de recursos humanos e inclusão sociocultural. É um compromisso permanente na adoção de posturas e ações éticas que contribuem para o desenvolvimento ambiental, social e econômico global.

      A instituição tem uma longa tradição nessa área. Na década de 1860, quando foi inaugurada a escola que tinha por nome “Asilo Agrícola da Fazenda Normal”, as primeiras experiências de profissionalizar em técnicas agrícolas os órfãos de idades entre 9 e 24 anos oriundos da Santa Casa de Misericórdia. Uma vez no Jardim, esses jovens dedicavam-se às atividades práticas e ao aperfeiçoamento das mais modernas técnicas de plantio da época, sendo preparados para administrarem fazendas próximas. Assim começava a atuação do Jardim Botânico no campo da formação de jardineiros profissionais dos socialmente excluídos.

      • Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P)

        Em 30 de agosto de 2009 aconteceu no Jardim Botânico a formalização do Termo de Adesão à A3P celebrado entre o Ministério do Meio Ambiente e o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, ato que estreitou, ampliou e fortaleceu os esforços entre o ministério e o Jardim Botânico para o desenvolvimento do Programa A3P no âmbito da instituição. A implantação da Agenda Ambiental depende necessariamente do comprometimento dos gestores e servidores públicos, aos quais cabe aceitar o desafio de criar uma cultura institucional e ambientalmente sustentável. Os benefícios esperados são a redução do desperdício e minimização de impactos ambientais, a economia dos recursos naturais e dos bens públicos, a mudança de hábitos dos servidores públicos e a melhoria da qualidade de vida no trabalho com a adoção de atitudes e procedimentos ambientalmente corretos.

        A3P/JBRJ

        • Legislação

        • Dicas

        • Consultas úteis

        • Ações implementadas

        • Seminários

      • Centro de Responsabilidade Socioambiental (CRSA)

        Criado em 1989, o Centro de Responsabilidade Socioambiental do Jardim Botânico do Rio de Janeiro tem atuado nas comunidades carentes da região, capacitando jovens de 16 a 18 anos não apenas para o mercado de trabalho, mas principalmente para a vida.

         

        Em nossos projetos, são desenvolvidos a otimização de habilidade, capacidades e virtudes dos jovens atendidos, tais como autonomia, iniciativa, criatividade, segurança em negociação, autovalorização, responsabilidade, solidariedade e outros quesitos pertinentes ao processo de socialização. Além disso, é oferecido aos aprendizes a oportunidade de interação com recursos humanos, tecnológicos e científicos de absoluta distinção, num ambiente de excelência que é o Jardim Botânico.

         

        Desde a sua fundação, já foram atendidos mais de 3 mil participantes, sendo a maioria (em torno de 80%) estudantes do ensino fundamental. Destes, metade tem renda familiar de 1 salário mínimo. Propiciamos a eles uma experiência socioeducativa, que posiciona e educa cada aluno como agente transformador de sua própria história, dotado de uma identidade individual, que além da necessidade de proteção, possui também potencialidades e talentos que precisam ser mobilizados e desenvolvidos.

         

        A qualidade da formação profissionalizante e seu histórico de sucesso se materializam por meio de uma gestão crítica e criativa com competência técnica, política ética e operativa, com uma equipe multidisciplinar capaz de construir parcerias com instituições privadas, públicas e organizações não governamentais, se constituindo como uma rede de serviços preparando o jovem egresso para o mundo do trabalho de acordo com as demandas do território, mas igualmente reconstruindo laços, civilidade e cidadania.

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