O Nome das Plantas: princípios e regras

Professores: Alexandre Quinet, Ângela M. S. Vaz e Massimo G. Bovini

Carga Horária: 15 horas

Informações Complementares:

Inscrição: 05 a 28 abril de 2010

Custo: R$ 30,00

Data de realização do curso: 03, 05, 07, 10 e 12 de maio de 2010

Horário: 9 h às 12 h

Público Alvo e Pré-requisitos: profissionais que lidam com plantas em arboretos, parques e jardins e estudantes de curso médio e superior

Número de Vagas: 20

Local de realização: Escola Nacional de Botânica Tropical

Justificativa: O curso tem por finalidade propiciar a profissionais que lidam com plantas, noções básicas sobre a classificação das plantas e o uso correto dos nomes botânicos, procurando assim criar mais vinculação destes profissionais com seu objeto de trabalho. O curso terá como base manuseio de bibliografia, além de aulas teóricas calcadas em exemplos de plantas brasileiras.

Ementa: Noções sobre sistemas de classificação, categorias taxonômicas, nomenclatura botânica. Uso de nomes comuns.

Programa:
1 – Uma espécie pode mudar de nome? E como mudar? O valor de predição dos nomes agregados a sistemas. A padronização dada pelo uso da língua latina. A normatização da nomenclatura pelo Código Internacional de Nomenclatura Botânica. Sinônimo e basiônimo. Tipos nomenclaturais. A importância da taxonomia.
2 – O valor histórico, local e regional dos nomes comuns. Nomes comuns de plantas e formações regionais.

3 – Como buscar nomes corretos para as plantas? Os principais indexadores de nomes de plantas. Como e quando consultá-los. Catálogos e livros clássicos de consulta e páginas na internet para busca de nomes corretos.

4 – Porque não se conhecem todas as plantas? As descrições e redescrições de espécies. Os autores de espécies. Os sistemas de classificação: um pouco de história dos primeiros sistemas, criados pelos gregos, até os modernos sistemas respaldados por informações oriundas da biologia molecular. Categorias taxonômicas.

5 – Caracteres morfológicos e taxonômicos dos Traqueófitos. Os números da biodiversidade de traqueófitos no mundo e no Brasil. A Biodiversidade no estado do Rio de Janeiro


Bibliografia de Apoio:
Barroso, G. M & Guimarães, E. F.; Ichaso, C. L. F.; Costa, C. G. & Peixoto, A. L. 1978. Sistemática de Angiospermas do Brasil. Vol. 1. Edusp. 1ed.; 2002, 2 ed. Universidade Federal de Viçosa (UFV).
Carvalho, L.F., Gil, F.S. & Bovini, M.G. 1999. Passeando e aprendendo no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Vamos identificar uma planta? Série Estudos e Contribuições 15. Rio de Janeiro. 84p.
Código Internacional de Nomenclatura Botânica. 2007. McNeill, J., Barrie, F.R., Burdet, H.M., Demoulin, V., Hawsworth, D.L., Marhold, K., Nicolson, D.H., Prado, J. e Wiersema, J.H. (eds.) Instituto de Botânica, São Paulo, 183p.

Côrrea, M.P. 1926-1978. Dicionário de plantas úteis do Brasil e das exóticas cultivadas. 6 vols. Ministério da Agricultura. IBDF.

Cronquist, A. 1988. The evolution and classification of flowering plants. New York Botanical Garden. USA. 555p.

Hutchinson, J. 1969. Evolution and phylogeny of flowering plants. Dicotyledons: facts and theory. Academic press. London and New York. 670p.

Joly, A.B. 1977. Botânica. Introdução a taxonomia vegetal. Compahia Editora Nacional. São Paulo. 777p.

Judd, W.S. et al. 2007. Plant systematics. A phylogenetic approach. Sinauer Asssociates, INC. 3 ed. 565p.

Rizzini, C. T. 1959. Linné e os prinicípios da Taxinomia. Rodriguésia 21/22 (33/34): 1 – 23.
Stevens, P.F. 1997. How to interpret botanical classifications – suggestions from history. BioScience 47: 243-250.

____. 2001 onwards. Angiosperm Phylogeny Website. Version 9, June 2008 [and more or less continuously updated since]. http://www.mobot.org/MOBOT/research/APweb/.
Vaz, A M. S. da F. Vaz, 1992. Diversidade de Plantas Vasculares da Floresta Atlântica do Rio de Janeiro. Bol. Mus. Mello Leitão (n. ser.) 1:77-82
____. 2003. Dicotiledôneas e os diversos sistemas de classificação. In: Desafios da Botânica no Novo Milênio: Inventário, Sistematização e Conservação da Diversidade Vegetal. 54º Congresso Nacional de Botânica, Belém. 223-225.

Currículo Resumido dos professores:

Alexandre Quinet: Mestre e Doutor em Botânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.


Ângela M. S. Vaz: Mestre em Botânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Doutora em Biologia Vegetal pela Universidade Estadual de Campinas. Pesquisadora Convênio IBGE/ Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.


Massimo G. Bovini: Mestre em Botânica pela Universidade Federal de Viçosa e Doutor em Botânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

 

 

 

 

 

 

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