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Laboratórios

  • Apresentação
  • Biologia Molecular de Plantas
  • Botânica Estrutural
  • Cultivo de Algas
  • Fitossanidade
  • Micologia
  • Sementes
  • Apresentação

    Rede Laboratorial, inaugurada em 2002, reúne os laboratórios de Botânica Estrutural, Sementes e Biologia Molecular em um mesmo espaço físico, possibilitando uma maior integração e otimização de uso dos equipamentos. Junto ao prédio da Rede Laboratorial encontra-se a Botânica Sistemática que abriga os Laboratórios de Cultivo de Algas e Micologia. Os laboratórios da DIPEQ juntamente com o herbário compõem os locais onde é processada toda a dinâmica da atividade científica do JBRJ.

    • Laboratório de Botânica Estrutural (LBE) propicia o estudo da anatomia e ultra-estrutura das espécies nativas, através de estudos com enfoques taxonômico, ecológico e de potencial econômico.
    • Laboratório de Sementes (LS) tem capacidade técnica e instrumental para o desenvolvimento de pesquisas nas linhas de conservação e ecofisiologia de sementes, morfologia de sementes e plântulas e análise de crescimento vegetal, sendo responsável também pela atividade de rotina de colheita e beneficiamento de sementes de espécies nativas e exóticas em parceria com o Horto Florestal.
    • Laboratório de Cultivo de Algas permite o desenvolvimento de experimentos com algas marinhas sob condições controladas. As atividades em desenvolvimento atendem a projetos relacionados, principalmente, a espécies produtoras de ficocolóides, espécies produtoras de metabólitos secundários com atividade biológica e espécies formadoras de estruturas recifais calcárias. Com a estrutura atual é possível desenvolver experimentos de pequeno e médio porte, incluindo experimentos com volume de água do mar de até 400 litros.
    • Laboratório de Biologia Molecular de Plantas (LBMP) é fruto do convênio do Jardim Botânico com o Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ e dispõe de instrumental em biologia molecular para estudos sobre diversidade genética, taxonomia e filogenia molecular, genética de populações e desenvolvimento vegetal.
    • Laboratório de Micologia, possui infraestrutura para o isolamento, estudo e cultivo de fungos vivos principalmente de interesse conservacionista. Mantém coleção de amostras de áreas naturais ou degradadas através da aplicação de métodos específicos que visam à manutenção das propriedades genéticas originais por longos períodos de tempo. A coleção é fundamental para uso como material de referência em estudos em biologia e/ou taxonômicos, bem como pode fornecer amostras para prospecção de compostos metabólicos de interesse químico e farmacológico.

     

    • Laboratório de Biologia Molecular de Plantas

      Durante as últimas décadas a biodiversidade tem sido reduzida de forma drástica como consequência direta ou indireta das atividades humanas. Desta forma, uma grande parte da variabilidade genética, de importância econômica e ecológica para a humanidade, foi perdida. Embora o número exato seja desconhecido, é de conhecimento geral que muitas espécies já foram extintas, enquanto que muitas outras apresentam tamanho de populações tão reduzido, que podem ser consideradas ameaçadas a longo prazo.

      Destaca-se como um dos objetivos principais de estratégias conservacionistas, estudos sobre a estrutura genética e sua interação com os aspectos ecológicos do táxon, para que se possa assegurar a viabilidade, a longo prazo, de populações e comunidades, mesmo em áreas protegidas por lei.

      Informações sobre a variação e estrutura genética, além de serem importantes para a sobrevivência a longo prazo das espécies ameaçadas, podem colaborar para o sucesso da reintrodução de espécies em programas de recuperação de áreas degradadas, determinar tamanho de reservas e a preservação de recursos genéticos para aplicações futuras, evitando a perda de alelos potencialmente benéficos. Uma vez que não é possível prever qual será a combinação genética mais adaptada aos diferentes habitats, que estão em constante mudança, é importante manter o máximo de variabilidade para que as espécies possam evoluir.

      A filogenia pode desempenhar um papel importante na medida do potencial evolutivo das espécies. Árvores filogenéticas podem ser usadas para descobrir áreas de endemismo excepcional e prioridades de conservação, identificar fatores que estão promovendo a biodiversidade e muito mais.

      As árvores filogenéticas baseadas em DNA estão sendo cada vez mais usadas por sua maior precisão e confiabilidade do que as baseadas apenas em aspectos morfológicos.

      Estrutura genética
      Em nosso laboratório, utilizamos marcadores moleculares para avaliar a variação e estrutura genética de diversas espécies. As técnicas utilizadas são as que se baseiam em PCR (Reação em Cadeia da Polimerase), como o AFLP, ISSR e SSRs nucleares e de cloroplasto.

      Filogenia molecular
      Análises filogenéticas e estudos de complexo taxonômico tem sido conduzidos em nosso laboratório através de marcadores moleculares e do sequenciamento de DNA. Esses estudos não apenas contribuem para a análise da variação inter-específica, como também ajudam na reconstrução da história evolutiva de diversas espécies da flora brasileira, em especial, da Mata Atlântica.

      • Laboratório de Botânica Estrutural

        O Laboratório de Botânica Estrutural tem direcionado suas pesquisas para a melhor compreensão da anatomia e ultra-estrutura das espécies vegetais brasileiras. Nesta linha de atuação, o grupo vem contribuindo com a produção de novos conhecimentos sobre as diversas partes do vegetal, a saber: raiz, caule (incluindo madeira), folha, flor, fruto e semente; sobre as estratégias de sobrevivências das plantas em diferentes biomas e sobre as variações intra e inter-específicas, que permitem a utilização de dados anatômicos e ultraestruturais para a segregação e identificação de táxons, gerando publicações indexadas em revistas nacionais e internacionais.

        Além disso, o Laboratório de Botânica Estrutural é responsável por produzir as mais de 50.000 lâminas de amostras de madeira que integram o acervo da Xiloteca do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. São desenvolvidos ainda estudos em parceria com pesquisadores não especialistas em anatomia e ultra-estrutura.

        Outra contribuição do Laboratório de Botânica Estrutural é a formação de recursos humanos altamente qualificados para o desenvolvimento de pesquisas na área de anatomia e ultra-estrutura vegetal, com orientações de alunos desde a Iniciação Científica (graduação) até a Pós-Graduação.

        • Laboratório de Cultivo de Algas

          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas
          • Laboratório de Cultivo de Algas

          O Laboratório de Algas compreende a estrutura essencial para o desenvolvimento de pesquisas sobre os processos ecológicos e fisiológicos em algas marinhas e sua taxonomia.

          Na sala de cultivo as algas são aclimatadas e os fatores ambientais são controlados de modo a entender as interações entre a alga e o meio ambiente.

          O Laboratório de Algas conta também com sala de triagem de material de campo, sala de microscopia com literatura especializada para identificação e quantificação das algas, além de equipamentos diversos para o pleno desenvolvimento dos projetos de pesquisa tanto no campo quanto no laboratório (veículo submersível operado remotamente – ROV, equipamento de mergulho autônomo, sistemas de aquisição de imagens subaquáticas, medidores de irradiância e temperatura submersíveis, equipamentos laboratoriais).

          Neste laboratório são desenvolvidas pesquisas básicas e aplicadas, que subsidiam o conhecimento da biodiversidade marinha e de seu funcionamento e, consequentemente, fornecem informações essenciais para a criação de unidades de conservação, planos de manejo de ecossistemas marinhos, além da geração de novas tecnologias (exemplo: seleção de novas linhagens e técnicas de produção na algicultura, isolamento e aplicação de produtos naturais marinhos).

          Responsável pelo Laboratório de Algas:
          Renata Perpetuo Reis

          Pesquisadores:
          Gilberto Menezes Amado Filho
          Leonardo Tavares Salgado
          Marcia Figueiredo Creed

           

          • Laboratório de Fitossanidade

            O Laboratório de Fitossanidade tem capacidade técnica e instrumental para o desenvolvimento de pesquisas científicas na linha de saúde vegetal de áreas verdes urbanas, com foco em entomologia florestal urbana, ecologia de comunidades de invertebrados em áreas urbanas e controle alternativo de pragas e doenças, sendo responsável pelo monitoramento da saúde da coleção viva, incluindo atividades de diagnóstico, manejos e tratamentos fitossanitários.

             
            • Laboratório de Micologia

              • Laboratório de Micologia
              • Laboratório de Micologia
              • Laboratório de Micologia
              • Laboratório de Micologia

              A maioria dos processos biotecnológicos empregados na produção de compostos comerciais ou para transformação de substratos em produtos de maior valor agregado, empregam linhagens microbianas. Os microrganismos são usados na síntese de inúmeras substâncias de interesse industrial, na biorremediação ambiental, exercem importante papel nos ciclos biogeoquímicos, influenciam na diversificação de espécies, constituem importantes patógenos de plantas de importância economica ou conservacionista e muitos têm propriedades terapeuticas e nutricionais. Portanto, o estudo da diversidade taxonômica e funcional dos microrganismos presentes em áreas naturais ou degradadas assume importância fundamental, principalmente em Países megadiversos como o Brasil.

              As coleções biológicas constituem ferramentas vitais para o manejo e conservação da biodiversidade agregando em restritos espaços várias informações importantes como biológicas, genéticas e morfológicas sobre os organismos.

              Neste contexto, as coleções de fungos em herbários, os laboratórios voltados para pesquisas micológicas e as coleções de culturas de fungos assumem relevante importância uma vez que tem como objetivos manter a eficiente guarda e manutenção de acervos destes organismos para estudos básicos e aplicados atuais assim como, ao mesmo tempo, proporcionam sua manutenção para gerações futuras.

              Inaugurado em 2009,o Laboratório de Micologia do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro integra a Rede Laboratorial da Diretoria de Pesquisas (DIPEQ).

              Objetivos

              Tem como objetivo geral a realização de levantamentos e estudos sobre fungos em plantas e de interesse conservacionista presentes em áreas naturais ou degradadas, realizar o seu processamento através de técnicas isolamento, identificação e acondicionamento por três diferentes métodos, além da preservação, sempre que possível, de amostras em herbários.

              Os métodos de preservação utilizados no Laboratório são os de Castellani (água destilada), repicagens periódicas (subculturas) e liofilização. Nesta coleção deverão ser isolados e mantidos fungos de interesse conservacionista ou fitopatogênicos de várias procedências e principalmente do Estado do Rio de Janeiro.

              Outras unidades envolvidas

              • Herbário do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB);
              • Escola Nacional de Botânica Tropical (ENBT);
              • Laboratório de Diversidade, Taxonomia e Filogenia Vegetal da Universidade Federal do Rio de Janeiro;
              • Universidades

              Responsável: Anibal Alves de Carvalho Junior

              Apoio:
              CNPqFaperj

               
              • Laboratório de Sementes

                • Laboratório de Sementes
                • Laboratório de Sementes
                • Laboratório de Sementes
                • Laboratório de Sementes
                • Laboratório de Sementes
                • Laboratório de Sementes
                • Laboratório de Sementes

                Apresentação

                O Laboratório de Sementes do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro desenvolve atividades de pesquisa científica relacionadas à Biologia e Tecnologia de Sementes de espécies nativas, voltadas principalmente à:


                • CONSERVAÇÃO DE SEMENTES (desenvolvimento de técnicas de conservação ex situ por sementes, identificação do comportamento de armazenamento de sementes, utilização de secagem parcial e baixas temperaturas para a conservação por curto prazo de sementes recalcitrantes, ultra-secagem de sementes ortodoxas, criopreservação, etc.);


                • FISIOLOGIA E ECOLOGIA DE SEMENTES E PLÂNTULAS (influência dos fatores maternais e ambientais que controlam a dormência e a germinação de sementes, regeneração natural via sementes, morfologia de sementes e do desenvolvimento pós-seminal, análise de crescimento de plântulas em diferentes condições ambientais, etc.);


                • TECNOLOGIA DE SEMENTES(determinação das condições ideais para a avaliação da qualidade física e fisiológica de sementes, desenvolvimento de protocolos para a realização de testes de germinação, de teor de água, etc.);


                Tais pesquisas têm contribuído para a produção de novos conhecimentos e a formação de recursos humanos, sob a orientação de pesquisadores da instituição, através de projetos de pesquisas em nível de graduação, mestrado e doutorado e nas linhas de pesquisa supracitadas, junto aos Programas de Pós-Graduação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, assim como em cursos de pós-graduação de outras instituições de pesquisa colaboradoras, gerando publicações científicas em revistas indexadas nacionais e internacionais.


                Além dessas ações, a equipe do Laboratório de Sementes também é responsável pelas atividades de rotina do Banco de Sementes, que incluem (i) o intercâmbio com instituições de pesquisa e ensino através do INDEX SEMINUM, (ii) a conservação e avaliação da viabilidade de sementes coletadas no Arboreto do JBRJ, nos logradouros públicos e nas unidades de conservação estaduais e nacionais e (iii) treinamento e intercâmbio de informações sobre conservação de sementes de espécies nativas com instituições de ensino e pesquisa interessadas.


                Venda de sementes

                O Laboratório de Sementes não vende nem faz doação de sementes.


                Responsável científico:Dr. Antônio Carlos Silva de Andrade

                Contato:labsem@jbrj.gov.br