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Aléia Campos Porto Paralela a aléia Capanema encontra-se a aléia Campos Porto, ou aléia do Pau-mulato. Essa aléia começa na Rua Jardim Botânico e atravessa a aléia Serpa Brandão. A sua esquerda pode se ver a vegetação típica da região amazônica e o lago onde está localizado a cabana do pescador, réplica de uma habitação do norte brasileiro. O nome da aléia é uma homenagem ao ex-diretor Joaquim C.P. que era bacharel em letras, jornalista, poeta, professor e cientista. Pau Mulato Árvore natural da região Amazônica, atinge de 20 a 40m de altura, ramificando-se somente na ponta. Apresenta tronco reto e liso com bela casca na cor parda quase bronze. Entre os meses de Julho e Setembro adquire linda cor de zarcão, em seguida torna-se verde e aos poucos vai readquirindo a cor que deu nome à planta “mulato”.O conjunto destas árvores, forma uma das mais belas aléias deste Jardim Botânico. Fornece madeira branco-amarelada, tornando-se escura quando velha. É utilizada em obras externas e marcenaria por ser resistente ao apodrecimento. No comércio do estado do Pará a madeira recebe o nome de pau-marfim. |