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Diante da urgente necessidade de preservar
e conhecer a fascinante e diversificada flora brasileira de orquídeas,
o Jardim Botânico do Rio de Janeiro criou o Programa Orquídea,
que visa ao estudo da reprodução, biologia e diversidade da família
Orchidaceae.
Os principais objetivos do Programa Orquídea encontram-se distribuídos em duas fases cronologicamente dependentes: |
| Fase 1 (1996 - 1998)
O Programa teve início em 1996 quando foi feita a restauração
da estufa de vidro pelo Ministério do Meio Ambiente
- MMA . A reinauguração da estufa se deu em 4 de abril de
1997, com a reformulação do paisagismo, tanto da estufa como
de toda a área adjacente. Com o lançamento da campanha "ADOTE
O JARDIM E ENTRE PARA A HISTÓRIA", o Orquidário foi adotado
pelo JOALHEIRO ANTÔNIO
BERNARDO, que vem assumindo , desde setembro de 1996, a
responsabilidade pela recuperação e manutenção da coleção de
orquídeas, para o que contratou o Dr. Antônio Toscano de Brito,
PhD em Sistemática de Orquídeas como coordenador científico,
a bióloga Marta Moraes e dois jardineiros.
Nestes dois anos, além da restauração e ampliação da estrutura
física do Orquidário, foi recuperada e |
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Fase 2 (1998
- 2000)
A adoção do Orquidário pelo JOALHEIRO
ANTÔNIO BERNARDO foi renovada por mais dois anos, possibilitando
a continuidade do Programa Orquídea. A segunda fase visa ao
aumento da coleção de orquídeas através do intercâmbio com instituições
científicas e colecionadores. |
1-
Oncidium flexuosum (Sims) - Claus Meyer
2- Scuticaria adwenii
- Claus Meyer
3- Miltonia spectabilis
Lindl var mooreliana (Henfr.)- Claus Meyer