
HistóricoHá mais de cem anos, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro guarda uma coleção de bromélias entre as plantas de seu acervo. Antigos botânicos da instituição já coletavam essas espécies para pesquisa: Brade, Santos Lima, Kuhlmann, Pereira e Duarte, entre outros. Em 1975, o Dr. Raulino Reitz, renomado especialista em Bromeliaceae e então diretor do Jardim Botânico, inaugurou o Broméliario Ecológico do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. No mesmo evento, foi fundada a Sociedade Brasileira de Bromélias, com Dr.Reitz eleito presidente e o Dr. Lyman Smith (Smithsonian Institution – EUA) presidente honorário. Atualmente, o Bromeliário compreende cerca de 10 mil exemplares, distribuídos em duas grandes estufas e em canteiros. A estufa Roberto Burle-Marx aberta a visitação contém exemplares das coleções do Jardim Botânico e do Sítio Roberto Burle-Marx, além de doações feitas por particulares. Nesta estufa, podem ser apreciadas espécies de diversas formações (oriundas da Amazônia, Floresta Atlântica, de restingas e caatingas), assim como exemplares das Américas do Sul e Central. A estufa Dimitri Sucre, abriga a coleção científica que está composta por exemplares obtidos no desenvolvimento de projetos científicos e por coletas atuais, destinadas à pesquisa científica e à conservação. |