Cactário


O Cactário do JBRJ, detém uma das maiores coleções do Brasil, no que diz respeito a exemplares exóticos. Conta com, aproximadamente, 400 espécies distribuídas em 69 gêneros de 9 Famílias, em uma área de cerca de 0,5 ha,

Histórico

Objetivos

  • Manutenção, propagação, conservação e enriquecimento da coleção. Especial atenção às espécies endêmicas e ameaçadas de extinção.
  • Organização de um centro científico.
  • Pesquisa e ensaios sobre composição ideal de substratos.
  • Realização de estudos fitoquímicos para aproveitamento na farmácia e medicina.
  • Manutenção dos genótipos das espécies e formação de um banco genético a partir de sementes das plantas vivas.
  • Pesquisa das condições ótimas para as espécies cultivadas, métodos de cultivo, propagação e tratamento de enfermidades.
  • Estruturação de um banco de dados com a localização, ecologia e condições de cultivo.


Histórico

Por volta de 1910, Alberto Loefgren organizou a primeira coleção de cactáceas epífitas. As demais coleções foram obtidas através de intercâmbio de sementes e mudas com instituições, sociedades, colecionadores e excursões científicas.

O atual cactário foi criado na administração do Paulo Campos Porto (1931-38), aos cuidados do alemão Otto Voll, que deu início à coleção de espécies exóticas, com a colaboração e assessoria de C. Backeberg.

Em 1992 a coleção foi acrescida de numerosos exemplares da flora brasileira, do México e de outros países do continente americano. O Projeto de Reorganização e Manutenção do Cactário está em fase de elaboração.

Funcionamento: Segunda a Sexta de 8:00 às 17:00h.
Visitação: Quarta de 9:00 às 11:00h.

1 Estufa de cactáceas - Arquivo do JBRJ.
2 Cactáceas e outras suculentas - Arquivo do JBRJ.

 

 

 

 

 

 

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